Casos de dengue caem mais de 65% em dois meses, em Ji-Paraná

QUEDA DENGUE (3)

Semusa ampliou o combate ao mosquito Aedes aegypti

O número de casos de dengue caiu mais de 65%, nos últimos dois meses, em Ji-Paraná. Em abril, a Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) registrou 37 ocorrências positivas da doença. No mês de fevereiro, foram 107 casos contabilizados pelo município.

Quando comparados, os números dos dois meses anteriores apresentam queda de 65,42% nos registros de dengue no município. No segundo mês do ano, foram realizados 429 testes, com 107 positivos. Em março, foram 590 notificações e 83 registros positivos e, no último mês, o município realizou 431 testes, com 37 ocorrências positivas.

“Tivemos um alto registro de casos no mês de fevereiro, mas, agora, graças ao trabalho de combate ao mosquito Aedes aegypti, estamos novamente em queda nos registros da dengue em Ji-Paraná”, destacou Marcia Gisele Peixoto, enfermeira da Divisão de Vigilância Epidemiológica da Semusa.

A Semusa ressaltou que ampliou o combate ao mosquito Aedes aegypti, inseto vetor da dengue e de doenças como zika vírus, chikungunya e febre amarela. Em abril, a Prefeitura de Ji-Paraná iniciou o 2º Levantamento de Índice Rápido do Aedes  aegypti (LIRAa) de 2022.

O LIRAa é realizado quatro vezes ao ano, para demonstrar a situação dos bairros, quanto ao índice de infestação. Ele serve para identificar o tipo de criadouro predominante e a quantidade de lixo-criadouro em cada local.

De acordo com determinações do Ministério da Saúde, o índice abaixo de 1% é considerado satisfatório, entre 1 e 3,9%, é ligado o estado de alerta. Acima de 3,9%, o município entra em risco de infecção por Aedes.

A Prefeitura de Ji-Paraná também solicita que toda a população fique atenta aos cuidados para evitar a proliferação do Aedes e, consequentemente, o aumento de casos das doenças transmitidas pelo inseto.

“O mosquito precisa de pouco para se reproduzir. A água parada pode estar em vasos de plantas, cascas de ovos, tampinhas de garrafa, pneus, calhas e outros lugares que acumulam água. Nesses locais, o Aedes se reproduz e pode iniciar um novo foco”, explicou o diretor de Controle da Divisão de Endemias, Salatiel Alves Carneiro.

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